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30 de abril de 2014

Ele Venceu o Mundo !





    Quando o vigor e as forças dos músculos, a agilidade da mente, a energia e a saúde do corpo o abandonaram, ele não ocultou suas fraquezas e os seus suspiros exalavam uma frase: EU VENCI O MUNDO! Karol Wojtyla, o nosso inesquecível Papa João Paulo II, nunca parou nas suas limitações físicas, apesar da fragilidade o sopro de juventude permanecia em seu coração, a busca, a sede por jovens era sua marca, andou o mundo inteiro, deu paz à guerras, transformou a igreja, enfrentou diversas vezes a morte cara a cara, alcançou corações impossíveis de se alcançar, amou até as últimas consequências, nos ensinou a perdoar como Jesus (De cima de cruz, quando as chagas ainda doem).

    João Paulo II amava esperar dos que ninguém esperavam, semear onde ninguém queria semear, amar os que ninguém queria amar, ele conseguia libertar presidiários que permaneciam presos, mas livres em coração, nos ensinou que nem as piores prisões são capazes de prender um coração voltado a Deus. Mas o seu amor nasceu em desastres, dores, lágrimas, percas, perseguições, guerras, mortes, solidão, perguntas que ficaram sem respostas e ausências que não tiveram reencontros, somente saudade, lembranças, e dor.

    O peregrino do amor foi um jovem comum, pertenceu a um grupo de amigos, teve família, estudou, praticou esportes, amou futebol, teatro, amou os amigos, mas teve caminhos traçados na dor, a vida não lhe pediu opinião ao retirar as pessoas que ele mais amava. Karol wojtyla seguiu o caminho do sacerdócio, em uma época de “caça aos Padres”, Permaneceu muito tempo escondido em porões subterrâneos. Mas as dificuldades não resultaram em amargura, as lutas de João Paulo II o levaram ao encontro com Jesus, e ficou tão íntimo que aprendeu amar como Ele, até a morte. O seu exemplo trás para nós a certeza que nenhuma situação forte o bastante para abafar o amor de Deus, e que nós cristãos devemos entregar e amar todos como cristo nos amou. A ousadia “daquele Santo velhinho” deixou muitos jovens com sede de serem santos, de serem anunciadores da boa nova.

    As palavras encorajadoras daquele “Bom velhinho” eram as mesmas palavras de um jovem que enfrentou as guerras, as percas, as lágrimas, que trabalhou duro em uma pedreira, e que muitas vezes se escondeu para não morrer, testemunhando seus amigos um a um sendo assassinados , aquele jovem sofrido e destemido, agora “velhinho” era o Papa João Paulo II que com o coração cheio de juventude nos encorajava: “Não tenhais medo de ser santos, o mundo precisa de santos, jovens santos, que usem calça jeans, que comam HOT DOG, e bebam coca- cola, que andem nas ruas com seus Ipods, mas que não deixem de ser santos”... Tinha tudo pra ser amargurado e frustrado, mas escolheu vencer o mundo!


Thiago Rogério (Membro da Comunidade Kairós - SEDE)

Bispos participam da abertura da 52ª Assembleia da CNBB




Cardeal Damasceno pede oração dos fiéis pela assembleia que discutirá a realidade paroquial


   Na manhã desta quarta-feira, 30, foi realizada a abertura da 52º Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com a celebração da Santa Missa, às 7h30, no Santuário Nacional de Aparecida (SP).
   A celebração foi presidida pelo presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Raymundo Damasceno Assis, e concelebrada pelo vice-presidente, Dom José Belisário; e o secretário-geral, Dom Leonardo Steiner.
   Durante a celebração, o Cardeal Dom Damasceno recordou a alegria que a Igreja comemorou, no último domingo, 27, com a canonização de São João XXIII e São João Paulo II; particularmente, os brasileiros celebraram a canonização de José de Anchieta.
“A santidade é uma vocação universal e as canonizações são um estímulo para nós, porque nos oferece modelos concretos de santidade e comunhão do Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja”, disse o cardeal.
   O tema central tratado pelos bispos, durante a assembleia, é o documento “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”. Segundo Dom Damasceno, entre os vários temas estudados pelos bispos, a realidade das paróquias será debatida de forma especial, pois é preciso renovar, nas comunidades paroquiais, o espírito missionário, como pediu Papa Francisco.
“Discutiremos, uma vez mais, o projeto de documento “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”; agora, enriquecidos pelas contribuições que vieram de muitas paróquias, dioceses regionais e pessoas que, individualmente, com pequenos grupos, procuraram refletir sobre o tema e dar a sua colaboração. Ser comunidade é viver a fé na forma do amor fraterno, e este é o apoio de que todos necessitamos para viver a missão de anunciar o Evangelho com alegria e entusiasmo”, explicou o cardeal.
   O cardeal lembrou as palavras do Santo Padre a respeito do fiéis e leigos da Igreja: “A imensa maioria do povo de Deus é constituída por leigos. Ao seu serviço, está uma minoria: os ministros ordenados. Cresceu a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja” (Exortação Apostólica Evangelii Gaudium).
“A Igreja no Brasil quer, à luz dos 50 anos do Concílio Vaticano II, avaliar os caminhos dos leigos e leigas e apoiá-los para avançar no exercício da sua vocação na missão da Igreja e na sociedade brasileira”, afirmou o dom Damasceno.
   Outro pauta importante, que será debatida pelos bispos, é o documento referente à questão agrária no Brasil, demonstrando a preocupação da Igreja em relação aos assuntos sociais do país. O cardeal afirma que esse documento será a palavra dos pastores da Igreja, e não de técnicos, sobre um tema que traz implicações profundas do desenvolvimento da sociedade brasileira e dos pobres.
“Esse documento será uma forma de iluminar essa questão tão atual e urgente à luz do Evangelho e do ensinamento social da Igreja”, destacou o purpurado.
   O arcebispo pediu a oração dos leigos e leigas para que esta assembleia possa atingir os objetivos propostos nas diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil, para que possam evangelizar, a partir de Jesus Cristo, uma Igreja missionária e profética, alimentada pela Palavra de Deus e da Eucaristia.

Fonte : Canção Nova 

Na catequese, Papa fala sobre o dom do entendimento





Francisco retomou, hoje, ciclo de catequeses sobre os dons do Espírito Santo
Da Redação, com Rádio Vaticano

   Passado o período pascal, Papa Francisco retomou, nesta quarta-feira, 30, o ciclo de catequeses sobre os dons do Espírito Santo. O foco da reflexão foi o dom do entendimento, o que, segundo o Santo Padre, está intimamente ligado à fé, pois faz ver as situações com a inteligência de Deus, não com a do homem.
“Não se trata da inteligência humana, da capacidade intelectual de ser mais ou menos dotados. Mas é um dom que torna o cristão capaz de ultrapassar o aspecto exterior da realidade para perscrutar as profundezas do pensamento de Deus e do seu plano de salvação”, explicou Francisco.
    Logo, o dom do entendimento tem ligação direta com a fé. Francisco explicou que, quando o Espírito Santo habita o coração e a inteligência do homem, cresce a compreensão dele sobre aquilo que Jesus disse e realizou.
  Lembrando que o próprio Cristo prometeu que o Espírito Santo recordaria Seus ensinamentos, Francisco citou o episódio dos dois discípulos a caminho de Emaús, no Evangelho de Lucas. À medida que iam ouvindo Jesus explicar, nas Escrituras, que Ele deveria sofrer e morrer para depois ressuscitar, a mente deles se abriu e recendeu a esperança no coração deles.
“É precisamente o que o Espírito Santo faz: abre a nossa mente para entender melhor as coisas de Deus, as coisas humanas, as situações e todas as coisas”.
   O Pontífice concluiu destacando a importância desse dom para a vida cristã. “É importante o dom do entendimento para a nossa vida cristã! Peçamos ao Senhor que nos dê essa graça para entendermos, assim como Ele, as coisas que acontecem, e para entendermos, sobretudo, as palavras d’Ele no Evangelho”.
   Na saudação aos fiéis presentes na audiência, aos de língua portuguesa disse: “Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente ao Rancho Folclórico de Macieira da Lixa e ao grupo brasileiro de Araraquara. Agradeço a vossa presença e encorajo-vos a continuar a dar o vosso fiel testemunho cristão na sociedade. Deixai-vos guiar pelo Espírito Santo para entenderdes o verdadeiro sentido da história. De bom grado abençoo a vós e aos vossos entes queridos”

Fonte : Canção Nova
  

29 de abril de 2014

Papa fala de comportamentos que comunidade cristã deve ter









Viver em harmonia, testemunhar Cristo e ajudar os pobres são atitudes que comunidades cristãs devem preservar, explicou Francisco

Da Redação, com Rádio Vaticano

   Papa Francisco celebrou Missa, na manhã desta terça-feira, 29, na Casa Santa Marta, colocando, no centro de sua homilia, a comunidade cristã. Para o Santo Padre, cada comunidade deveria verificar a própria capacidade de viver em harmonia, testemunhar a Ressurreição de Cristo e ajudar os pobres.
   Francisco recordou o exemplo das primeiras comunidades cristãs, conforme retratadas naPrimeira Leitura do dia. Ele se concentrou em três comportamentos desse grupo: ser capaz de plena concórdia, dar testemunho de Cristo aos de fora e impedir que seus membros sofram com a miséria.
   Essas comunidades tinham um só coração e uma só alma, destacou Francisco. Havia nelas a paz, o que significa que não havia lugar para fofocas, invejas, calúnias e difamações.
“Paz e perdão. O amor cobria tudo. Para qualificar uma comunidade cristã com base nisso, devemos nos perguntar como é o comportamento dos cristãos. São mansos e humildes? Naquela comunidade, há brigas entre eles pelo poder? Brigas com inveja? Há fofocas?”
   O Santo Padre reconhece que, nessas primeiras comunidades, também existiam problemas, como as disputas internas, as lutas doutrinárias e pelo poder. Mas aquele momento do início fixava para sempre a essência da comunidade nascida do Espírito, uma comunidade de testemunhas da fé. O Papa nos convidou a comparar toda comunidade de hoje com essas primeiras comunidades.
“É uma comunidade que dá testemunho da Ressurreição de Jesus Cristo? Essa paróquia, essa comunidade, essa diocese crê, realmente, que Jesus Cristo ressuscitou? Dar testemunho de que Jesus está vivo, está entre nós. E assim se pode verificar como vai uma comunidade”.
   O terceiro traço sobre o qual mensurar a vida de uma comunidade é, segundo o Papa, os pobres. Francisco fala que isso pode ser feito sob dois pontos de vista.
“Primeiro: como é o seu comportamento ou o comportamento dessa comunidade com os pobres? Segundo: essa comunidade é pobre? Pobre de coração, pobre de espírito? Ou coloca a sua confiança nas riquezas, no poder? Harmonia, testemunho, pobreza e coração de pobres, é isso que Jesus explicava a Nicodemos, esse nascer do Alto. (…) Que o Espírito Santo nos ajude a caminhar nesse caminho de renascidos pela força do batismo”.

Fonte Canção Nova Notícias 

28 de abril de 2014

Canonização foi acompanhada em diversas partes do mundo





    Além da multidão que participou da Missa de canonização dos Papas João Paulo II e João XXIII, na Praça São Pedro, milhões de fiéis puderam acompanhar a cerimônia de diversas partes do mundo
Da redação com Agências
    As comemorações pela canonização dos Papas João XXIII e João Paulo II foram realizadas em diversas partes do mundo. Os fiéis puderam participar da cerimônia pelos meios de comunicação, com transmissão ao vivo em igrejas, praças, cinemas e teatros.
    Nas Filipinas, os fiéis puderam assistir à cerimônia, por transmissão ao vivo, realizada pelo Jesuit Communications. O local reservado para o evento foi o Teatro Smart-Araneta Coliseum de Cubao no centro comercial de Manila.
    Em Istambul, Turquia, a solene liturgia foi transmitida com tradução simultânea na cripta da Igreja de Santo Antônio, próximo à Praça Taksim. A Missa também foi transmitida, ao vivo, em todo o país pelo canal Sat-7 Turk, televisão via satélite ecumênica que conta com a colaboração de cristãos de vários ritos e confissões.
“Angelo Roncalli amava este país”, destacou o dominicano Giuseppe Gandolfo ao recordar os anos em que João XXIII foi delegado apostólico na Turquia. O sacerdote afirmou que os fiéis estavam entusiasmos com a possibilidade de assistir à canonização.
    No Iraque, uma estátua dedicada a João Paulo II foi erigida na Igreja Maria Rainha do Rosário. O patriarca dos Caldeus, Louis Raphael I Sako, consagrou ao novo santo as eleições que o país viverá nos dias 28 e 30 deste mês.
    Em todo o mundo foi possível acompanhar a canonização, ao vivo, pelo site do Pontifício Conselho para as Comunicações. A transmissão foi realizada com tradução simultânea em inglês, francês, espanhol, português, alemão e polonês. A Rádio Vaticano transmitiu a cerimônia em cadeia com rádios dos cinco continentes.
    Além disso, a Sala de Imprensa do Vaticano disponibilizou informações como a homilia do Papa Francisco na celebração e a biografia dos novos santos, bem como as imagens do evento. As redes sociais forneceram informações, em tempo integral, sobre todo o evento.

Fonte : Canção Nova

Festa da Misericórdia 2014 | Fotos



A festa aconteceu no dia 27 de Abril ( Domingo )





















Todas as fotos estão no nosso portal oficial 

Clique  : Festa da Misericórdia 2014

Canonização: Papa destaca coragem de JPII e João XXIII





    João Paulo II e João XXIII foram proclamados santos, neste domingo, 27, festa da Divina Misericórdia, pelo Papa Francisco. A cerimônia reuniu, no Vaticano, cerca de 500 mil pessoas de diversas partes do mundo e foi concelebrada com o Papa Emérito Bento XVI. Após o rito da canonização, Francisco celebrou a Missa e, na homilia, destacou a coragem  dos dois santos e sua docilidade ao Espírito Santo.



   Na homilia, o Santo Padre lembrou que, neste dia em que se encerra a Oitava de Páscoa, encontram-se as chagas gloriosas de Jesus Ressuscitado, chagas que, segundo o Papa, constituem também a verificação da fé, o sinal do amor de Deus. Ele destacou que João Paulo II e João XXIII tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus e tocar as suas mãos chagadas.
“Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da Sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo”.
    Francisco recordou que esses dois santos foram sacerdotes, bispos e Papas do século XX. Embora tenham conhecido tragédias, não foram vencidos por elas, pois Deus era mais forte neles. Ele também destacou a esperança viva que revestia João Paulo II e João XXIII, uma esperança vinda da Ressurreição de Cristo.
“A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor Ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão”.
    Enfatizando que são os santos que levam a Igreja adiante e a fazem crescer, Francisco lembrou que, na convocação do Concílio Vaticano II, João XXIII demonstrou delicada docilidade ao Espírito Santo. “Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito”.
    Já João Paulo II, em seu serviço ao povo de Deus, foi o Papa da família. “Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu”.
    Francisco encerrou a homilia pedindo a intercessão dos dois santos para que, nesses dois anos de caminho sinodal, a Igreja seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. “Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”.
    Na canonização dos dois beatos, estavam presentes mais de 120 delegações, das quais 24 são entre chefes de Estado e monarcas e 10 chefes de governo.  O número de voluntários chegou a 26 mil e o de policiais, 10 mil.
    Ao fim da celebração e antes de rezar o Regina Coeli, oração mariana no tempo pascal,Francisco saudou e agradeceu a todos os que se empenharam nos preparativos da canonização e a todos os que participaram, inclusive pelos meios de comunicação.
“O meu reconhecimento vai às delegações oficiais de tantos países, que vieram para prestar homenagem aos dois Pontífices que contribuíram de maneira indelével para a causa do desenvolvimento dos povos e da paz”, disse.

Fonte : Canção Nova

26 de abril de 2014

Santos Papas




    O tratamento normal dado aos papas é “sua santidade”. As palavras expressam o desejo latente no coração das pessoas de que o Papa seja santo. Mesmo assim, sabemos que, enquanto continua na terra, o papa também é pecador. Como qualquer outra pessoa, ele é santo e pecador. Mais do que o comum das pessoas, no entanto, ele busca a santidade como projeto para a sua vida pessoal. É o que testemunha o postulador da causa da canonização de João XXIII, Padre Califano: “a santidade era um objetivo que Roncalli cultivava em qualquer época da vida, como padre, bispo e papa”, assumido como seminarista aos 15 anos de idade e renovado anualmente, inclusive quando já era papa (Rádio Vaticano). Algo parecido se diz de João Paulo II, que como estudante já tinha fama de santidade e que em suas pregações repetia que “a tarefa da igreja é evangelizar e levar todos à santidade”.

    No dia 27 de abril, domingo da Divina Misericórdia, Sua Santidade o Papa Francisco irá presidir a cerimônia de canonização destes dois papas que buscaram a santidade desde a sua juventude. A partir deste dia, eles poderão ser invocados como santos protetores da Igreja, de comunidades, famílias e pessoas devotas. Eles irão se somar a São José de Anchieta e a outras milhares de pessoas que já receberam o título de santos e santas ao longo da história da Igreja.

    O dia escolhido para a cerimônia de canonização coincide com o domingo da Divina Misericórdia. Lembro que a festa foi instituída por João Paulo II no ano 2000, com o decreto de que a partir de então o segundo domingo da Páscoa fosse comemorado como o Domingo da Divina Misericórdia. Antes disso, em 1980, João Paulo II já havia escrita a carta encíclica sobre a misericórdia divina – Dives in Misericordia – na qual afirma que “a Igreja deve considerar como um dos seus principais deveres o de proclamar e introduzir na vida o mistério da misericórdia, revelado no seu grau mais elevado em Jesus Cristo” (n. 14).

    A canonização de João XXIII e João Paulo II colocam em destaque duas virtudes importantes na vida do cristão e duas características do Deus revelado nas Sagradas Escrituras: a bondade e a misericórdia. Deus é bom e misericordioso. A constatação foi feita por Moisés (Êxodo 34,6): “Deus é compassivo e misericordioso, lento para a cólera e cheio de bondade e fidelidade”.

    João XXIII passou para a história como o Papa Bom e que revelou a face materna de Deus em sua vida e em seus ensinamentos. João Paulo II se destacou pela ênfase dada ao Deus da Misericórdia. Nós, os cristãos, precisamos cultivar a bondade e a misericórdia, ao mesmo tempo em que adoramos o Deus bondoso e misericordioso.

   Que os santos padres os papas João XXIII e João Paulo II inspirem as lideranças da Igreja a serem bondosas e misericordiosas e que as comunidades cristãs sejam sempre mais “mães e mestras” que refletem a misericórdia de Deus, são nossos votos por ocasião da festa da divina misericórdia e da canonização destes dois grandes servidores da Igreja!


Por Dom Canísio Klaus - Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)

Dois bilhões de pessoas assistirão à canonização de João Paulo II e João XXIII






    Pelo menos dois bilhões de pessoas em todo o mundo serão testemunhas no próximo domingo, dia 27 de abril, da canonização de João Paulo II e João XXIII, graças à grande cobertura dos meios de comunicação que junto com a rádio e a televisão, incluirá o uso das redes sociais, YouTube ao vivo, 500 salas de cinema e a utilização de nove satélites televisivos.

“Este evento será enorme em termos da demanda do sinal via satélite. Para os Jogos Olímpicos de Sochi, foram necessários três dos nossos satélites. As canonizações usarão nove”, sustentou Cristão Benzi, diretor de Vídeo e Broadcasting do Eutelsat, segundo um artigo da última edição do Newsweek.

    Assim, a canonização de ambos os pontífices será acompanhada minuto a minuto pelos fiéis católicos também através das contas do Facebook, Twitter e Instagram do Vaticano, o qual solicitou Eutelsat que a transmissão seja em alta definição e acrescente tecnologia 3D.

    Além disso, serão habilitadas 500 salas de cinema na Europa, Estados Unidos e América Latina. Argentina, Brasil, México, Colômbia e Uruguai terão suas transmissões no telão. O Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais (PCCS) publicou no seu site a lista dos cinemas participantes.

    Além disso, como se recorda, a Santa Sé lançou o site 2popesaints.org para acompanhar as canonizações em tempo real. Do mesmo modo, no Twitter se utilizará o hashtag #2popesaints. Quanto à rádio, haverá serviço em 40 idiomas.

    No dia 27 de abril os produtores estarão em um estúdio instalado no ático da Basílica de São Pedro, e o Centro Televisivo Vaticano (CTV) transmitirá por seu canal de streaming que poderá ser seguido no YouTube.

No Brasil, seis cinemas transmitirão ao vivo a canonização, são eles:

Salvador (Bahia) – Cinemark Salvador
Rio de Janeiro – Cinemark Botafogo
São Paulo – Cinemark Santa Cruz e Cinemark Boulevard Tatuapé
Recife (Pernambuco) – Cinemark Riomar Recife
Belo Horizonte (Minas Gerais) – Cinemark BH Shopping





Por ACI/EWTN Noticias

Bispo comenta importância do Concílio Vaticano II









    Entre o legado deixado para a Igreja por João XXIII, o Papa Bom, a convocação que ele fez para o Concílio Ecumênico Vaticano II tem destaque. O evento, realizado de 1962 a 1965, teve grande importância, pois foi responsável por significativas mudanças na atuação católica no mundo.

    Segundo o bispo emérito da arquidiocese de Goiânia (GO), Dom Antônio Ribeiro de Oliveira, que inclusive participou da quarta sessão do Concílio, o evento trouxe uma nova expectativa, uma visão mais real da Igreja.

    Dentre as inúmeras mudanças aprovadas pelo Vaticano II, Dom Antônio destaca o pensamento de que a Igreja não pode ficar alheia às mudanças sociais, políticas e econômicas. Segundo ele, ela não tem a missão direta a isso, mas deve iluminar o mundo com os princípios do Evangelho e da doutrina católica.

“Uma das coisas interessantes da Gaudium et Spes é isso: ela não quer responder a todos os problemas humanos, mas quer ser luz para o mundo, dizendo que as preocupações, as angústias, os sofrimentos, as alegrias e as tristezas do mundo atual também são responsabilidade do cristão. Ele não pode ser alheio ao ambiente em que vive. Essa presença cristã na sociedade é uma das coisas mais importantes, me parece, do Concílio”, destacou.

    O segundo aspecto importante, de acordo com Dom Antônio, é o reconhecimento do papel do leigo na sociedade. “A Igreja não pode ser clerical – afirmou o bispo. Ela tem uma visão ampla do povo de Deus que abrange sim os ministros ordenados, mas o leigo tem uma missão fundamental na sociedade, quer na criação de opinião pública, quer, sobretudo, pela sua atuação nos vários campos da atividade humana”.

   Dom Antônio acredita que o então Papa João XXIII e a sua participação na convocação do Concílio ajudaram muito a Igreja a se atualizar. Considera também que a presença do Papa é sempre uma atuação da Providência Divina que envia à Igreja o auxílio necessário.

“Para cada época, Deus vai suscitando na Igreja um Papa de acordo com as necessidades do tempo. Por exemplo, Leão XIII e a questão operária; Pio X e a visão sacramental; Bento XV, o homem da paz; Pio XI, o homem da ação católica, que escreveu um dos grandes documentos condenando o comunismo, o nazismo e o fascismo, e ao mesmo tempo chamando os cristãos para a militância cristã; Pio XII, o homem da paz na época da grande guerra, homem da ciência e da cultura; e João XXIII, o homem para as necessidades da Igreja atual”, recordou.

    Observando a história, Dom Antônio conclui com aquilo que afirma a fé católica, desde o início do cristianismo, segundo relatos do livro dos Atos dos Apóstolos: “a Igreja é conduzida pelos Papas que o Espírito Santo vai suscitando”.

    Os beatos João XXIII e João Paulo II serão canonizados neste domingo, 27, Festa da Misericórdia. A canonização de dois Pontífices no mesmo dia é um feito histórico na Igreja Católica.

    O evento deve ser acompanhado por milhares de pessoas na Praça São Pedro, em Roma, e também através dos meios de comunicação. A TV Canção Nova transmitirá a Missa de canonização, presidida pelo Papa Francisco, às 5h, pelo horário de Brasília.


Por Canção Nova

Papa relembra palavras de João Paulo II: não ter medo de ser cristão











    Em videomensagem transmitida na noite desta quinta-feira, em rede nacional, pela televisão polonesa e a rádio nacional, aos fiéis que aguardam ansiosos pela canonização de João Paulo II, no próximo domingo, dia 27 de abril, em Roma, o Papa ressaltou o fato ao dizer que “aproxima-se a canonização daquele grande homem e papa, que passou à história com o nome de João Paulo II”.

    O Pontífice se diz feliz “por poder proclamar a sua santidade, no próximo Domingo da Divina Misericórdia”.

“Em nome de todo o Povo de Deus, expresso a minha gratidão a João Paulo II pelo seu incansável serviço e direção espiritual, por introduzir a Igreja no III Milênio da Fé e pelo seu extraordinário testemunho de santidade”, afirmou.

    Logo depois, o Papa lembrou-se do apelo que o papa polonês havia feito no início de seu pontificado, a “não ter medo” e a “escancarar as portas a Cristo”.

“Com seu testemunho de Fé, amor e coragem apostólica, este filho exemplar da Nação polonesa ajudou os fiéis do mundo inteiro a não terem medo de ser cristãos, de pertencer à Igreja e de falar do Evangelho. Enfim, ele nos ajudou a não ter medo da verdade, porque ela é garantia da liberdade”, destacou.

     O Papa aproveitou a oportunidade para rememorar o espírito missionário de João Paulo II, que, antes de percorrer as estradas do mundo, desenvolveu sua ação apostólica a serviço de Cristo e da Igreja na sua pátria.

    O Papa Francisco agradeceu o povo polonês e a Igreja na Polônia pelo dom deste grande homem ao mundo e concluiu sua videomensagem convidando todos a viverem, de modo profundo, a canonização do papa polonês e de João XXIII.


Por Gaudium Press

Milagre de Deus | Poço encontrado na Kairós jorra água Cristalina




CONFIRA AS FOTOS :








Conheça os milagres que levaram João XXIII e João Paulo II aos altares





    No próximo domingo, dia 27 de abril, João XXIII e João Paulo II, dois dos Papas do século XX, chegarão aos altares graças às intercessões reconhecidas pela Santa Sé como milagrosas; porém, enquanto para Karol Wojtyla o Vaticano aprovou dois milagres, no caso de Angelo Roncalli um milagre o levou à beatificação e agora será canonizado graças à faculdade do Papa Francisco.

O caso de João XXIII

    João XXIII foi Papa entre o dia 28 de outubro de 1958 e 3 de junho de 1963 e foi beatificado no ano 2000 por João Paulo II graças à cura milagrosa da religiosa italiana Caterina Capitani em 1966, que esteve a ponto de morrer por uma perfuração gástrica hemorrágica com fístula externa e peritonite aguda.

    O relatório da Congregação para as Causas dos Santos indica que em 22 de maio de 1966 as irmãs da religiosa colocaram sobre o seu estômago uma imagem do falecido pontífice. Aos poucos minutos a religiosa se recuperou e pediu para comer.

    Durante seu testemunho, a irmã Capitani relatou que João XXIII sentou-se ao pé de sua cama e lhe assegurou que o seu pedido tinha sido escutado no céu.

    Por sua parte, os médicos que a atendiam em Nápoles (Itália), fizeram-lhe uma radiografia no estômago e comprovaram o desaparecimento completo da doença, sem sinais de cicatrizes causadas pela fístula.

    Anos depois, em julho de 2013, o Papa Francisco aprovava os decretos que canonizam João XXIII junto com João Paulo II, sem requerer o reconhecimento de uma intercessão milagrosa por parte do Papa Bom.

    Em declarações ao Grupo ACI no dia 5 de julho, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, explicou que sobre a canonização do Papa João XXIII, na qual se prescindirá da aprovação do milagre depois de sua beatificação, “isto é algo que está no poder do Papa, não é uma coisa particularmente especial”.

“Um milagre é uma visão teológica da Igreja, a prova, a demonstração do poder de intercessão, e a confirmação por parte de Deus da santidade de uma pessoa, mas não é um dogma de fé que seja necessário de alguma maneira”, indicou.

    Recordou que “por exemplo, os mártires são beatificados sem nenhum milagre, o que quer dizer que os milagres por tradição e teologia acontecem normalmente quando são pedidos, mas não são uma necessidade absoluta”.

As intercessões de João Paulo II

    O Papa polonês guiou a barca de Pedro entre 16 de outubro de 1978 e 2 de abril de 2005 e em seu caminho aos altares a Santa Sé lhe reconhece duas intercessões milagrosas.

    A primeira corresponde ao processo de beatificação e a beneficiada foi a religiosa francesa Marie Simon-Pierre, que sofria de Mal de Parkinson e trabalha em uma clínica de maternidade em Paris (França).

    Em 14 de janeiro de 2011 a religiosa contou à rede francesa KTOtv e à rede italiana RAI Vaticano que a sua cura aconteceu em 2 de junho de 2005. “Esse dia pela manhã eu estava completamente impedida e já não podia mais”, indicou, por isso solicitou sua demissão à superiora de sua comunidade para “deixar de oferecer o meu serviço na maternidade onde trabalhava (…). Eu não consigo fazer com que isto deixe de avançar, não é possível”.

     Entretanto, seu pedido foi rejeitado com amabilidade e em troca a superiora lhe propôs pedir a graça de sua cura a João Paulo II, quem ao final de sua vida também sofreu com o Mal de Parkinson.

    Quando isto aconteceu, “sentimos por um bom momento uma grande mudança no seu escritório, diria que uma grande paz, uma paz muito grande e uma grande serenidade, me sentia muito tranquila e ela também”.

    Nesse momento, pediu-lhe escrever o nome de João Paulo II em um papel. O avanço da doença tinha afetado seu braço esquerdo e sofria de intensos tremores. Sua superiora lhe propôs escrever com a mão direita. “Disse-lhe que não podia porque minha mão direita também ficava tremendo, mas ela insistiu: ‘sim pode, sim pode’”.

    Escreveu algo ilegível, mas pensou que de repente “ocorre um milagre se é que acredito”. “Essa noite continuei os meus afazeres como de costume com a janta comunitária, logo um pouco mais de serviço e depois a oração noturna na capela”.

    No seu quarto, a religiosa se obrigou a escrever e viu com surpresa que podia fazê-lo.

    Às 4h30 da madrugada de 3 de junho acordou sentindo que “já não era a mesma. Havia uma alegria interior e uma grande paz; e logo me surpreendi muito pelos gestos do meu corpo”.

    Depois de rezar na madrugada, Irmã Marie foi ao oratório da capela, pois sua comunidade celebrava a Missa às 6am. No trajeto “percebi que meu braço esquerdo já não ficava imóvel ao caminhar, mas balançava normalmente. Na Eucaristia tive a certeza de que estava curada”.

    A Congregação para as Causas dos Santos estudou a cura de Simon-Pierre e determinou que foi por intercessão de João Paulo II, a quem beatificou em 1º de maio de 2011.

    O segundo milagre atribuído à intercessão de Karol Wojtyla foi a cura de Floribeth Mora, uma mulher costa-riquenha que padecia de um aneurisma cerebral.

    O fato ocorreu no dia 1º de maio de 2011, o mesmo dia da beatificação de João Paulo II.

    Nesse dia, Floribeth foi com a sua família à Missa dominical. No centro do bairro estava passando uma procissão. “Nesse momento estava passando uma carroça com a imagem de Jesus Sacramentado e senti um frio no corpo. Desci do carro e fui até ali”. Então, o sacerdote que acompanhava a procissão declamava uma oração: “Oh, Senhor! Há uma cura”.

“Pedimos ao nosso Papa João Paulo que nos ajudasse a pedir a Deus que me ajudasse”. E nesse preciso instante, algo começou a mudar. “Saí desse parque com a fé de que eu tinha sido curada”, expressou Floribeth.

    Dias depois foi ao Santuário da Virgem de Ujarrás para rezar, consciente de que o templo tinha recebido um relicário com mostras de sangue do novo Beato. “De novo, um milagre”. Quando chegou já tinha terminado a exposição, porém, o Pe. Dónald Solano fez uma exceção. “Mostrou-me a relíquia e eu a toquei. Seis meses depois me fizeram outro exame no cérebro e me indicaram que o aneurisma tinha desaparecido para a honra e a glória de meu Deus”, afirmou Floribeth.

    Conforme publicou o jornal “La Nación” da Costa Rica, o neurocirurgião Alejandro Vargas Román, que atendeu Floribeth Mora durante a sua doença, confirmou que não encontrou explicação científica ao desaparecimento repentino do aneurisma que padecia quando analisaram exames posteriores àquele do dia 1º de maio de 2011.

 

Por ACI/EWTN Noticias

Papa preside celebração de agradecimento pela canonização de Anchieta



    Na tarde desta quinta-feira, às 18h, o Papa Francisco preside na Igreja de Santo Inácio, no centro de Roma, a Missa em ação de graças pela canonização de S. José Anchieta.

    O Pontífice assinou o decreto relativo ao Apóstolo do Brasil no último dia 3 de abril. “A pedido do Papa, será uma missa simples”, declarou o Vice-Postulador da Causa, Pe. Cesar Augusto dos Santos, que é também o responsável pelo Programa Brasileiro da Rádio Vaticano.

    A liturgia, como não poderia deixar de ser, será a da quinta-feira da oitava de Páscoa. Escolheram-se cantos tradicionais do repertório cantado nas missas no Brasil, já que a comunidade brasileira em Roma se reunirá para esta ocasião.

    Em especial, será executado o hino de Anchieta, que será cantado no fim da missa. Após a bênção final, o Papa descerá os poucos degraus do altar e se dirigirá diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida e de uma relíquia do Padre Anchieta e ali serão cantadas duas estrofes do hino a Nossa Senhora.

    Para esta ocasião, foram feitos livretos próprios e santinhos com a nova imagem de Anchieta (foto) e uma nova oração. Nesta nova imagem, se procurou dar uma nova visão do Padre Anchieta. “Durante 400 anos, foi veiculada uma imagem de uma pessoa de mais idade, cercada de índios e animais, com ar severo. Procuramos nessa nova imagem um Anchieta jovem, com ar de ternura e sem estar circundado por ninguém”, explicou Pe. Cesar.

    Para a Igreja, durante a celebração, foi confeccionada uma grande tela de três metros de altura com esta nova imagem.

    Estarão presentes cardeais, bispos, devotos de Anchieta e autoridades brasileiras. A Rádio Vaticano transmitirá a cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 17h50 – horário de Roma (12h50 – horário de Brasília).

 
Oração

São José de Anchieta,
Apóstolo do Brasil,
poeta da Virgem Maria,
intercede por nós,
hoje e sempre.

Dá-nos a disponibilidade
de servir a Jesus
como tu serviste nos
mais pobres e necessitados.

Protege-nos de todos os males
do corpo e da alma.

E, se for da vontade de Deus,
alcança-nos a graça
que agora te pedimos
(Pede-se a graça)

São José de Anchieta,
rogai por nós!

Pai-Nosso, Ave Maria, Glória.

 

Por Rádio Vaticano
Na tarde desta quinta-feira, às 18h, o Papa Francisco preside na Igreja de Santo Inácio, no centro de Roma, a Missa em ação de graças pela canonização de S. José Anchieta.
O Pontífice assinou o decreto relativo ao Apóstolo do Brasil no último dia 3 de abril. “A pedido do Papa, será uma missa simples”, declarou o Vice-Postulador da Causa, Pe. Cesar Augusto dos Santos, que é também o responsável pelo Programa Brasileiro da Rádio Vaticano.
A liturgia, como não poderia deixar de ser, será a da quinta-feira da oitava de Páscoa. Escolheram-se cantos tradicionais do repertório cantado nas missas no Brasil, já que a comunidade brasileira em Roma se reunirá para esta ocasião.
Em especial, será executado o hino de Anchieta, que será cantado no fim da missa. Após a bênção final, o Papa descerá os poucos degraus do altar e se dirigirá diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida e de uma relíquia do Padre Anchieta e ali serão cantadas duas estrofes do hino a Nossa Senhora.
Para esta ocasião, foram feitos livretos próprios e santinhos com a nova imagem de Anchieta (foto) e uma nova oração. Nesta nova imagem, se procurou dar uma nova visão do Padre Anchieta. “Durante 400 anos, foi veiculada uma imagem de uma pessoa de mais idade, cercada de índios e animais, com ar severo. Procuramos nessa nova imagem um Anchieta jovem, com ar de ternura e sem estar circundado por ninguém”, explicou Pe. Cesar.
Para a Igreja, durante a celebração, foi confeccionada uma grande tela de três metros de altura com esta nova imagem.
Estarão presentes cardeais, bispos, devotos de Anchieta e autoridades brasileiras. A Rádio Vaticano transmitirá a cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 17h50 – horário de Roma (12h50 – horário de Brasília).
Oração
São José de Anchieta,
Apóstolo do Brasil,
poeta da Virgem Maria,
intercede por nós,
hoje e sempre.
Dá-nos a disponibilidade
de servir a Jesus
como tu serviste nos
mais pobres e necessitados.
Protege-nos de todos os males
do corpo e da alma.
E, se for da vontade de Deus,
alcança-nos a graça
que agora te pedimos
(Pede-se a graça)
São José de Anchieta,
rogai por nós!
Pai-Nosso, Ave Maria, Glória.
Por Rádio Vaticano
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Na tarde desta quinta-feira, às 18h, o Papa Francisco preside na Igreja de Santo Inácio, no centro de Roma, a Missa em ação de graças pela canonização de S. José Anchieta.
O Pontífice assinou o decreto relativo ao Apóstolo do Brasil no último dia 3 de abril. “A pedido do Papa, será uma missa simples”, declarou o Vice-Postulador da Causa, Pe. Cesar Augusto dos Santos, que é também o responsável pelo Programa Brasileiro da Rádio Vaticano.
A liturgia, como não poderia deixar de ser, será a da quinta-feira da oitava de Páscoa. Escolheram-se cantos tradicionais do repertório cantado nas missas no Brasil, já que a comunidade brasileira em Roma se reunirá para esta ocasião.
Em especial, será executado o hino de Anchieta, que será cantado no fim da missa. Após a bênção final, o Papa descerá os poucos degraus do altar e se dirigirá diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida e de uma relíquia do Padre Anchieta e ali serão cantadas duas estrofes do hino a Nossa Senhora.
Para esta ocasião, foram feitos livretos próprios e santinhos com a nova imagem de Anchieta (foto) e uma nova oração. Nesta nova imagem, se procurou dar uma nova visão do Padre Anchieta. “Durante 400 anos, foi veiculada uma imagem de uma pessoa de mais idade, cercada de índios e animais, com ar severo. Procuramos nessa nova imagem um Anchieta jovem, com ar de ternura e sem estar circundado por ninguém”, explicou Pe. Cesar.
Para a Igreja, durante a celebração, foi confeccionada uma grande tela de três metros de altura com esta nova imagem.
Estarão presentes cardeais, bispos, devotos de Anchieta e autoridades brasileiras. A Rádio Vaticano transmitirá a cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 17h50 – horário de Roma (12h50 – horário de Brasília).
Oração
São José de Anchieta,
Apóstolo do Brasil,
poeta da Virgem Maria,
intercede por nós,
hoje e sempre.
Dá-nos a disponibilidade
de servir a Jesus
como tu serviste nos
mais pobres e necessitados.
Protege-nos de todos os males
do corpo e da alma.
E, se for da vontade de Deus,
alcança-nos a graça
que agora te pedimos
(Pede-se a graça)
São José de Anchieta,
rogai por nós!
Pai-Nosso, Ave Maria, Glória.
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19 de abril de 2014

Retiro de Semana Santa 2014





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