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  • Papa: ciúme e inveja desmembram a Igreja, que é corpo do Cristo

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22 de outubro de 2014

Missão Kairós Catende Seminário de Vida no Espírito!

A Missão Kairós Catende/PE já está na terceira semana do Seminário de Vida do Espírito Santo , muitos milagres e curas estão acontecendo , fora de Catende e Região pode nos visitar e ficar por dentro de toda a programação.

CONFIRA AS FOTOS :







Comunidade Kairós realiza louvor em sítio em Panelas/PE



Na Noite desta Terça (21) o nosso fundador Jorge Kairós juntamente com o ministério Kairós realizou ontem um grande louvor no Sítio Recifinho de Panelas/PE

Confira as Fotos : 



São João Paulo II, rogai por nós



Frases de São João Paulo II durante seu pontificado


“Fortalecidos pela palavra de Cristo, não cederemos ao cansaço mas, pelo contrário, intensificaremos os esforços e a oração pela unidade.” (Encerramento da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, 2003)

“De fato, quando o artista plasma uma obra-prima, não dá vida apenas à sua obra, mas, por meio dela, de certo modo manifesta também a própria personalidade. Na arte, encontra uma dimensão nova e um canal estupendo de expressão para o seu crescimento espiritual. Através das obras realizadas, o artista fala e comunica com os outros.” (Carta aos artistas, 1999)

“O homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor, se ele não se encontra com o amor, se o não experimenta e se o não torna algo seu próprio, se nele não participa vivamente.” (Encíclica Redemptor hominis, 1979)

“Com a ajuda de Deus, fazei do Evangelho a regra fundamental da vossa família, e da vossa família uma página do Evangelho escrita para o nosso tempo!” (Discurso IV Encontro Mundial das Famílias)
 
“A paz deve ser sempre a meta: a paz perseguida e defendida em todas as circunstâncias. Não repitamos o passado, um passado de violência e de destruição” (Discurso durante visita ao Monumento à Paz em Hiroshima, 1981)
 
“Da minha parte, peço o conforto da oração, a fim de que a paz que procuramos seja cada vez mais a verdadeira paz, edificada sobre a « pedra angular » (cf. Ef 2, 20) que é o próprio Cristo.” (XXII Dia Mundial da Paz).

“Para transmitir a mensagem que Cristo lhe confiou, a Igreja tem necessidade da arte. De fato, deve tornar perceptível e até o mais fascinante possível o mundo do espírito, do invisível, de Deus. Por isso, tem de transpor para fórmulas significativas aquilo que, em si mesmo, é inefável.” (Carta aos artistas, 1999)

Totus Tuus. Nas mesmas mãos maternas deixo tudo e Todos aqueles com os quais a minha vida e a minha vocação me pôs em contato.” (Totus Tuus ego sum, Testamento de São João Paulo II)
 

Hoje celebramos São João Paulo II



Karol Wojtyła nasceu a 18 de Maio de 1920 em Wadowice, na Polónia meridional, onde viveu até 1938, quando se inscreveu na faculdade de filosofia da Universidade Jagelónica e se transferiu para Cracóvia. No Outono de 1940 trabalhou como operário nas minas de pedra e depois numa fábrica química. Em Outubro de 1942 entrou no seminário clandestino de Cracóvia e a 1 de Novembro de 1946 foi ordenado sacerdote.

A 4 de Julho de 1958, Pio XII nomeou-o bispo auxiliar de Cracóvia. Recebeu a ordenação episcopal a 28 de Setembro seguinte. Como lema episcopal escolheu a expressão mariana Totus tuus de são Luís Maria Grignion de Montfort.

Primeiro como auxiliar e depois, a partir de 13 de Janeiro de 1964, como arcebispo de Cracóvia, participou em todas as sessões do concílio Vaticano II. A 26 de Junho de 1967 foi criado cardeal por Paulo VI.

Em 1978 participou no conclave convocado depois da morte de Montini e no sucessivo após o inesperado falecimento de Luciani. Na tarde de 16 de Outubro, depois de oito escrutínios, foi eleito Papa. Primeiro Pontífice eslavo da história e primeiro não italiano depois de quase meio milénio, desde o tempo de Adriano VI (1522-1523).

Personalidade poliédrica e carismática, afirmou-se imediatamente pela grande capacidade comunicativa e pelo estilo pastoral fora dos esquemas. A têmpera e o vigor de uma idade relativamente jovem permitiu que empreendesse uma actividade intensíssima, ritmada sobretudo pelo multiplicar-se das visitas e das viagens: no total foram 104 internacionais e 146 na Itália, com 129 países visitados nos cinco continentes.

Desde o início trabalhou para dar voz à chamada Igreja do silêncio. A insistência sobre os temas dos direitos do homem e da liberdade religiosa tornou-se assim uma constante do seu magistério. Tanto que hoje é largamente reconhecido o contributo relevante da sua acção para as vicissitudes que determinaram a queda do muro de Berlim em 1989 e o sucessivo colapso dos regimes filo-soviéticos. Neste contexto provavelmente insere-se o gravíssimo episódio do atentado do qual foi vítima a 13 de Maio de 1981 por obra do turco Ali Agca.

Ao lado da polémica anticomunista, desenvolveu-se também uma leitura crítica do capitalismo, submetido a uma análise crítica em três das suas 14 encíclicas: a Laborem exercens (1981), a Sollicitudo rei socialis (1987) e a Centesimus annus (1991). Também foi assídua a sua actividade a favor da paz, que se entrelaça com a busca do diálogo com as grandes religiões — em particular com o judaísmo e com o islão — e com o novo impulso impresso no caminho ecuménico.

Em 1983 promulgou o novo Codex iuris canonici e depois providenciou à reforma da Cúria romana com a constituição apostólica Pastor bonus de 1988. Favoreceu também a dimensão da colegialidade episcopal no governo da Igreja, sobretudo através da convocação de quinze sínodos dos bispos. Entre os números de um pontificado bastante longo — em segundo lugar por duração só ao de Pio IX (1846-1878) — podem ser mencionadas também as frequentes cerimónias de beatificação e canonização, durante as quais foram proclamados 1.338 beatos e 482 santos.

Com o passar dos anos a atenção do Pontífice focalizou-se sobretudo na celebração do grande jubileu do ano 2000. O evento assumiu um significado altamente simbólico no âmbito da sua missão pastoral e teve uma forte importância penitencial, expressa de modo emblemático no dia do perdão (12 de Março).

O encerramento do jubileu abriu a fase conclusiva do pontificado, marcada sobretudo pelo progressivo agravamento das condições de saúde do Papa, que depois de uma longa e angustiante agonia morreu na noite de 2 de Abril de 2005.

Após 26 dias do seu falecimento, Bento XVI concedeu a dispensa dos cinco anos de expectativa prescritos permitindo o início da causa de canonização. E o mesmo Papa o proclamou beato a 1 de Maio de 2011.

Foi canonizado no dia 27 de abril de 2014, pelo Papa Francisco.

(Vatican.va)
Fonte : VATICAN

22 de outubro: memória litúrgica de S. João Paulo II – as palavras do Papa Francisco




22 de Outubro | Da Redação com Rádio Vaticano

Nesta quarta-feira, dia 22, durante a audiência geral na Praça de S. Pedro o Papa Francisco recordou a memória litúrgica de S. João Paulo II dirigindo-se aos peregrinos polacos presentes na audiência. Foram estas as suas palavras:

“ Saúdo cordialmente os peregrinos polacos vindos a esta audiência. Hoje celebramos a memória litúrgica de S. João Paulo II, o qual convidou todos a abrirem as portas a Cristo; na sua primeira visita na vossa pátria invocou o Espírito Santo para que viesse a renovar a terra da Polónia; a todo o mundo recordou o mistério da Divina Misericórdia. A sua herança espiritual não seja esquecida, mas nos leve à reflexão e ao concreto agir para o bem da Igreja, da família e da sociedade.”

A Igreja Corpo de Cristo – a audiência geral do Papa Francisco



22 de Outubro | Da Redação com Rádio Vaticano


Quarta-feira, 22 de outubro, audiência geral na Praça de S. Pedro – tema da catequese do Papa Francisco: A Igreja Corpo de Cristo.

“... quando se quer evidenciar como os elementos que compõem uma realidade estejam estreitamente unidos um ao outro e formem juntos uma só coisa, usa-se, muitas vezes, a imagem do corpo. A partir do Apóstolo Paulo, esta expressão foi aplicada à Igreja e foi reconhecida como o seu traço distintivo mais profundo e mais belo. Hoje, então, podemos perguntar: em que sentido a Igreja forma um corpo? E porque é que é definida “corpo de Cristo”?”

A Igreja Corpo de Cristo é uma imagem profunda que indica o vínculo real que nos une a Cristo após o Batismo. Isso mesmo nos mostra a visão do profeta Ezequiel, que diante de ossos ressequidos espalhados pelo chão, recebe de Deus a ordem de invocar sobre estes o Espírito do Senhor, para que eles formem um corpo cheio de vida.
“A partir daquele momento, os ossos começam a aproximar-se e a unir-se, sobre eles crescem antes os nervos e depois a carne e forma-se, assim, um corpo completo e cheio de vida. Isto é a Igreja!”
“É a obra-prima do Espírito, o qual infunde em cada um a vida nova do Ressuscitado e nos põe um ao lado do outro, um ao serviço e apoio do outro, fazendo assim de todos nós um só corpo edificado na comunhão e no amor.”

Assim é a Igreja – afirmou o Papa Francisco – um corpo vivificado pelo Espírito Santo que infunde em cada batizado a vida nova de Jesus Ressuscitado; Ele constantemente nos cobre com o seu amor e nos faz participantes da sua Paixão redentora. Por isso, podemos estar certos de que nada nem ninguém nos pode separar de Cristo – sublinhou o Santo Padre.
Recordando o Apóstolo Paulo e os conselhos que enviou à comunidade de Corinto, o Papa Francisco concluiu a sua catequese afirmando que a certeza do amor de Cristo pela sua Igreja faz crescer em nós o desejo de corresponder a este amor, superando divisões, invejas e incompreensões que ferem o Corpo do Senhor, sendo mais generosos, solidários e gratos com todos os membros da Igreja e invocando o Espírito Santo para que a nossa comunhão seja sinal vivo de amor de Deus.

O Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Dirijo uma saudação cordial a todos os peregrinos de língua portuguesa, particularmente os fiéis das várias paróquias do Brasil. Queridos amigos, somos verdadeiramente o Corpo de Cristo! Não deixemos de nos fazer solidários com os mais necessitados, lembrando as palavras de São Paulo: «se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele; se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele»! Assim Deus vos abençoe! “

Nas saudações aos peregrinos polacos o Santo Padre recordou a memória litúrgica de S. João Paulo II:
“ Saúdo cordialmente os peregrinos polacos vindos a esta audiência. Hoje celebramos a memória litúrgica de S. João Paulo II, o qual convidou todos a abrirem as portas a Cristo; na sua primeira visita na vossa pátria invocou o Espírito Santo para que viesse a renovar a terra da Polónia; a todo o mundo recordou o mistério da Divina Misericórdia. A sua herança espiritual não seja esquecida, mas nos leve à reflexão e ao concreto agir para o bem da Igreja, da família e da sociedade.”

O Papa Francisco a todos deu a sua benção!

Papa: ciúme e inveja desmembram a Igreja, que é corpo do Cristo




22 de Outubro | Da Redação com Rádio Vaticano



 “Igreja, corpo de Cristo” foi o tema da Audiência Geral desta quarta-feira, 22 de outubro.
Sob um céu nublado, a Praça S. Pedro acolheu cerca de 45 mil fiéis que, entusiastas, saudaram o Papa Francisco a bordo do seu papamóvel, antes de iniciar a sua catequese.
Prosseguindo o ciclo sobre a Igreja, o Pontífice explicou de que forma ela constitui o corpo de Cristo partindo de um trecho do Livro de Ezequiel, do qual o Papa recomendou aos fiéis a leitura em casa. No capítulo 37, se descreve a visão de um vale de ossos secos. Deus, através do Espírito, faz com que sejam cobertos de tendões, carne e pele. Assim, se forma um corpo, completo e cheio de vida.

Pois é, esta é a Igreja! É uma obra-prima, a obra-prima do Espírito, o qual infunde em cada um a vida nova do Ressuscitado e nos coloca um ao lado do outro, um a serviço do outro, fazendo de todos nós um só corpo, edificado na comunhão e no amor.

Porém, advertiu o Papa, a Igreja não é somente um corpo edificado no Espírito: a Igreja é o corpo de Cristo. Não se trata simplesmente de um modo de dizer: nós o somos realmente. É o grande dom que recebemos no dia do nosso Batismo. A consequência disso é uma profunda comunhão de amor, disse Francisco, pedindo que nos recordemos com mais frequência das palavras de S. Paulo. O Apóstolo exorta os maridos amem as mulheres como o próprio corpo, assim como Cristo faz com a Igreja, porque somos membros do seu corpo.
Todavia, recordou Francisco, este pensamento deve despertar em nós a vontade de corresponder a este amor de Jesus e de compartilhá-lo entre nós. As divisões, as invejas, as incompreensões e a marginalização não edificam a Igreja como corpo de Cristo. Pelo contrário, a desmembram, é o início da luta. “A guerra não começa no campo de batalha, mas no nosso coração”, disse, recomendando os conselhos que S. Paulo deu aos coríntios:
Não ser ciumento, mas apreciar nas nossas comunidades os dons e as qualidades dos nossos irmãos. Pois sentir ciúme se alguém comprou um carro ou ganhou na loteria faz desmembrar o corpo de Cristo. O ciúme cresce e enche o coração, tornando-o ácido, infeliz.

Outro conselho é demonstrar a nossa proximidade aos que sofrem; expressar a própria gratidão a todos, e de modo especial aos que desempenham os serviços mais humildes. E, por último, não reputar ninguém superior aos outros.

Quantas pessoas se sentem superior aos outros. Também nós dizemos como aquele fariseu da parábola: ‘Lhe agradeço, Senhor, porque não sou como aquela pessoa, sou superior’. Jamais faça isso. Se houver a tentação, lembre-se dos seus pecados, daqueles que ninguém conhece e envergonhe-se diante de Deus e feche a boca.

Após a catequese, o Papa saudou os grupos presentes na Praça. Aos poloneses, disse:
“Hoje celebramos a memória litúrgica de S. João Paulo II, que convidou todos a abrirem as portas a Cristo. Que sua herança espiritual não seja esquecida, mas nos impulsione à reflexão e ao agir concreto pelo bem da Igreja, da família e da sociedade.”

Francisco saudou os cerca de 250 brasileiros e os lusófonos com as seguintes palavras: “Dirijo uma saudação cordial a todos os peregrinos de língua portuguesa, particularmente os fiéis das várias paróquias do Brasil. Queridos amigos, somos verdadeiramente o Corpo de Cristo! Não deixemos de nos fazer solidários com os mais necessitados, lembrando as palavras de São Paulo: ‘se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele; se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele’! Assim Deus vos abençoe! Obrigado.”

Antes da Audiência Geral, o Papa cumprimentou os jogadores do Bayern de Munique, que disputaram na noite de segunda-feira mais um jogo pela Liga dos Campeões contra a Roma. No estádio Olímpico, o time alemão venceu os donos da casa por 7 a 1.

21 de outubro de 2014

Ir. Cristina reinterpreta "Like a Virgen", de Madonna




   



Música do novo álbum da freira que virou celebridade ao vencer o The Voice Itália


Sem complexos e sem medo. Ir. Cristina mostra o seu lado mais pessoal. Ao jornal católico Avvenire, falou do seu novo disco e da canção “Like a Virgin”. Falou também do seu sucesso depois do The Voice.

Que a canção “Like a Virgin”, de Maddona, seja cantada por uma religiosa pode parecer uma provocação. No entanto, Ir. Cristina rebate essa ideia e diz que quis reinterpretá-la “sem nenhuma vontade de provocar ou de chocar”. Uma aposta arriscada, que a freira confessa ter sido uma escolha pessoal, e não da gravadora.

“De um ponto de vista poético, a canção se refere a uma tradição que inclui muitos textos importantes. Estou pronta para responder às críticas, porque este disco foi feito com muita seriedade e honestidade”, afirma.

Sobre sua vida de celebridade após vencer o The Voice Itália, Ir. Cristina afirma que teve de “fazer malabarismos” algumas vezes para ir à missa sem ser descoberta pelos fotógrafos, que a seguiam o tempo todo.

“Estou emocionada de ter encontrado Jesus Cristo e desejo que todos O encontrem”, diz Ir. Cristina, que em todos os seus passos recebe o aconselhamento de sua comunidade religiosa.

Fonte : Aleteia

Maria está ao seu lado



Ela está aos pés da minha vida, sustentando-me, acariciando-me em meus medos, levantando-me em minhas fraquezas

 

Estamos consagrados como filhos, como irmãos, em uma mesma terra. Deus nos torna sagrados, terra sagrada, rocha santa. “Põe-me como um selo sobre o teu coração, como um selo sobre os teus braços; porque o amor é forte como a morte, a paixão é violenta como o cheol. Suas centelhas são centelhas de fogo, uma chama divina. As torrentes não poderiam extinguir o amor, nem os rios o poderiam submergir” (Cântico dos Cânticos 8, 6-7).
 
Nós simplesmente nos deixamos transformar por esse Deus que se humilha, e por Maria, que nos carrega em seus braços. Somos barro, pó, terra. Somos pequenos, frágeis, necessitados.
 
Maria esteve no nosso mundo e o transformou em terra nova. A aliança renovada anos depois é a repetição do “sim” de Maria em nossa vida. Ela volta a pisar minha terra, volta a tocar a minha vida. É o passo que damos, a porta aberta, o olhar que espera, a alegria valente de quem se entrega com confiança.
 
Maria se ajoelha diante da minha vida esperando o meu “sim”. Fico impressionado ao ver esta atitude sua, aguardando, esperando. Impacta-me ver seu rosto fixo, contemplando minha pobreza. Ela me espera.
 
Seu olhar me cativa. Ela está rezando por mim. Tem seu coração aberto, esperando esse coração que lhe entrego timidamente. Meu “sim”, suspenso no ar em um momento de liberdade. O “sim” frágil que claudica, o “sim” forte no silêncio. O “sim” sussurrado sem palavras ou expressado com voz potente.
 
Maria espera, firme, com os olhos cheios de ternura, cheios de lágrimas. Ela está aos pés da minha vida, sustentando-me, acariciando-me em meus medos, levantando-me em minhas fraquezas. Maria se ajoelha porque é menina, é mãe, porque respeita a minha alma sagrada e sabe o que vale o meu “sim” frágil e às vezes pouco convencido, meu “sim”, livre.
 
Ela se comove ao me ver hesitar, ao me ver lutar, ao ver meus medos, ao observar meus sonhos. Sabe quem sou eu. Conhece-me no mais profundo, desde sempre, desde que me abraçou no meu Batismo, desde que acompanhou minhas quedas de criança e se alegrou com meus êxitos do caminho, desde que fui sonhado por Deus.
 
Conhece meus medos mais autênticos, minhas limitações e minha força interior. Ela se comove com minhas conquistas, com esses talentos que me lançam à vida. Com essas fraquezas que me fazem tropeçar e cair. Alegra-se ao ver o que existe em meu interior, a pureza que eu não vejo, a fortaleza que me parece inexistente, a nobreza que nem eu valorizo tanto.
 
É surpreendente o amor com que olha para mim. Como se gostasse de tudo o que há em mim, mesmo que nem eu goste do que vejo.
 
Ela compreende esse medo que tenho de falhar, de não estar à altura, de não responder às expectativas. É tão fácil cair e deixar-nos levar pela vida!
 
Maria sabe que tenho medo de que tudo se complique, de me encher de compromissos e obrigações que talvez não seja capaz de cumprir. Sabe que temo escandalizar os outros ou não chegar ao topo das montanhas com as quais sonho.
 
É por isso que Ela espera de joelhos, aguarda paciente. 

 

Fonte : Aleteia