13 de março de 2013

Cardeais já escolheram o novo Papa

 

O conclave, reunião de cardeais, escolheu nesta quarta-feira (13) o novo Papa, sucessor de Bento XVI à frente da Igreja Católica Apostólica Romana.

A fumaça branca se ergueu da chaminé no teto da Capela Sistina, no Vaticano, indicando que os 115 cardeais eleitores já escolheram o nome do novo líder dos católicos, provavelmente na quinta votação secreta do conclave.

A fumaça apareceu por volta das 19h08 locais (15h08 de Brasília), e foi recebida com júbido pela multidão que tomava a Praça de São Pedro, apesar da chuva e do frio.

Os sinos da Basílica de São Pedro tocaram em festa pela escolha do 266º pontífice.

O conclave, votação secreta que escolhe o novo pontífice, foi convocado após a renúncia de Bento XVI, anunciada em 11 de fevereiro e concretizada em 28 de fevereiro.
Bento XVI saiu alegando que não tinha mais forças para a tarefa de liderar a igreja. Seu  pontificado foi marcado por várias crises, pelo escândalo do acobertamento da pedofilia e pelo vazamento de documentos secretos no chamado escândalo VatiLeaks.

O nome de sucessor de Bento XVI deve ser conhecido cerca de 45 minutos após a aparição da fumaça branca.
Seu nome deve ser anunciado pelo protodiácono, o mais velho dos cardeais diáconos, o francês Jean-Louis Tauran, da sacada do Palácio Apostólico.

Dez minutos depois, o novo Papa vai dar a primeira bênção "Urbiet Orbi" (para a cidade de Roma e para o mundo) de seu pontificado, da varanda da Basílica de São Pedro..

O conclave ocorreu após dez congregações gerais de cardeais, nas quais os problemas da igreja foram debatidos exaustivamente, em meio a muitas especulações e conversas de bastidores sobre os prováveis papáveis.

A imprensa italiana afirmou que um dos principais temas das congregações foi um dossiê preparado no ano passado, a pedido do hoje Papa Emérito Bento XVI, sobre irregularidades na Cúria Romana. Cardeais estariam pressionando 

Questionados abertamente, o Vaticano e cardeais minimizaram a importância do documento.

O cardeal brasileiro Dom Odilo Pedro Scherer foi citado como um dos favoritos, em uma eleição considerada, pelos vaticanistas, bastante disputada e incerta.



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